Traumatologia e Ortopedia
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 Fratura por estresse 
Fratura por estresse
militares, esportistas ...

DEFINICAO
Fx fadiga: carga anormal sobre osso normal
Fx insuficiência: carga normal sobre osso enfraquecido
Reação de stress: remodelação fisiologiaca ate fx de stress
Dx precoce após cintilografia
90% osso e fibra colagena (ossos e ligamentos e tipo I), 8% cristais de hidroxiapatita
colágeno resiste bem a tensão, e cristais a compressão
osso sofre remodelação de acordo com forcas que e submetido
homeostase óssea relaciona-se a freq e intensidade da carga aplicada, e a fatores atleticos e hormonais.
Propriedades pisoeletricas
Osteoclastica em locais de tensão (eletropositividade)
Osteoblastica em locais de compressão (eletronegatividade)
FX STRESS: diferenciam-se das traumáticas por resultarem de carregamento cíclico e repetitivo. Decorrente do aumento dos ciclos, aumento da intensidade ou diminuição da área aplicada. Músculos progegem. O músculo absorve o choque. A fatigabilidade muscular por sobrecarga propicia fx stress, já que nesse caso todas as forcas serão transmitidas diretamente ao osso.


EPIDEMIOLOGIA
População militar: (condicionamento intenso por poucos dias)
MILITARES
1. 61% tibia
2. 26 femur
3. 9,3 metatarso
4. 1,94 tarso
5. 1,58 patela

menos freq em crianças
corredores = 69% das fx stress
CORREDORES:
1. tíbia 34
2. fíbula dist 24
3. diáfise 2o e 3o meta 18
4. colo e diaf fêmur: 14%

CORREDORES DE VELOCIDADE
Mais fx no inicio e fim de temporada
Risco de 4-12m:1h
Incidência geral: 2-5%
Mais em brancos
Atletas mulheres: 28-66%
Fx de risco (biomecânicos ou ambientais)
1. idade
2. sexo
3. raca
4. nível de atividade
5. nível de condicionamento físico
6. distúrbios hormonais (hipoestrogenismo)
7. desequilíbrios alimentares
8. características biomecânicas
a. assimetria de membros
b. anteversao femoral aumentada
c. diminuição da largura da tíbia
d. valgismo excessivo dos joelhos
e. pronacao dos pes


TRIADE DA MULHER ATLETA

1. Distúrbios dietéticos
2. amenorréia (por hipoestrogenismo), geralmente de causa hipotalamica, por falta de secrecao de GnRH
3. osteoporose (conseqüência mais grave: perda óssea, menor mineralizacao e maior chance de fx stress)

Mulher tem chance 3,8 a 12 vezes maior de fx stress que o homem.
Atletas tem 66% de amnorreia, contra 2-5% da pop geral
Distúrbios alimentares em 15-66%
Brancas tem mais chance de osteoporose

Efeitos da amenorreia
Perda óssea prematura
Pobre mineralizacao
Maior chance de fx por stress

ETIOLOGIA
2 teorias:
1. musculatura enfraquecida reduz absorção do choque permite a redistribuição de forcas para o osso, aumentando o stress em pontos focais do osso. Isso explica o grande numero de fx stress nos mmii.
2. tração muscular através do osso e suficiente para gerar forcas repetitivas suficientes para gerar fx stress.

Modificações súbitas nas características do condicionamento pode ser causa, assim como local inadequado de treinamento.

FISIOPATOLOGIA
Enquanto o osso esta remodelando, inicialmente a taxa osteoclastica e maior que a blastica, e ai pode ocorrer a fx stress

HISTORIA
Dor incidiosa e progressivamente limitante
Modificações no treinamento
Sintomas surgem após 4-5 sem após mudanças no treinamento

EF


EXAMES


LOCAIS DE FRATURAS

1. MMSS
a. Mais freq úmero e ulna
i. Úmero: princ atletas de arremesso
ii. >30 a inativos por longo período
iii. afastemento por 3 semanas e fortalecimetno do bíceps e tríceps
b. ulna: rara, mais freq boliche
2. MMII
a. Tíbia 50%
i. Local mais freq
ii. Local variável com modalidade
1. corredores: distal
2. salto: terço proximal
3. bailarinos: médio
iii. dd: sd compartimental crônica, sd stress medial tibial
iv. trat:
1. conservador
2. cirúrgico: raro, so se refratário ao trat
b. Ossos do tarso 25%
c. Metatarsos 8,8%
d. Colo do femur
i. Cortical superior:
1. trat cirúrgico (pinagem in situ)
ii. Cortical inferior: maioria
1. trat conservador
2. retorno as atividades em 10 sem
e. Diáfise femoral: (5% do total das fx stress no colo do femur)
i. Trat e a proteção de descarga
ii. Consolidação em 12 sem
iii. Him: se fx recorrente


DD


TRATAMENTO – OBJETIVOS
Depende das características

CLEMENT 2 FASES DO TREINAMENTO
1. repouso modificado
a. controle da dor (medicação)
b. fisio analgésica
c. descarga de peso permitida na vida diária
d. alongamentos
e. manutenção da condicao aerobea (pedalar, nadar)
2. após 10-15 dias assintomático
a. fase um mais:
b. correção de fatores biomecânicos
c. regulação ciclo menstr
d. correção dist nutricionais (ca) e metabólicos
e. retorno gradual ao esporte
f. geralmente não usa imobilizacoes


TRATAMENTO CONSERVADOR
Eletroestimulacao?

TRATAMENTO OPERATORIO NOS COMENTÁRIOS

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Author: rogerio
Date: 24/2/2020, 10:06
Tipo do Texto: Adulto
Category: Área básica
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