Traumatologia e Ortopedia
Discussão de casos, questões e dúvidas em tratamentos, com dicas de prova para o TEOT.

 
[KB] Semiologia ortopédica


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marcio
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marcio is offline

[KB] Semiologia ortopédica
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PostPosted: 11/9/2011, 10:32 Rate Post

Category: Área básica (1)
Article Type: Conceito básico

Article Name: Semiologia ortopédica
Author: Clone
Description: Exame físico geral

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Dublê


Dublê is offline

Re: [KB] Semiologia ortopédica
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PostPosted: 11/9/2011, 21:12 Rate Post

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  • Apresentações: Semiologia Ortopédica Pediátrica.pptx
  • Vídeos e artigos
    - Exame físico resumido.pdf / exame neurológicona criança.pdf


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- Joelho
- Coluna
- Cotovelo
- Ombro
- Punho e mão
- Pé e tornozelo
- Quadril




Exames Complementares

Exames
HC
Bioquímica
Provas inflamatórias
Imunologia
Sorologias
Perfil hormonal
EAS
EPF
Hemograma Completo
Série vermelha
Série branca
Série plaquetária
Coagulograma (TTPA)
Bioquímica
Glicose
TGL, Colesterol total e frações
Ácido úrico
Uréia, creatinina
TGO, TGP
Eletrólitos: Ca, P
Provas Inflamatórias
VHS
PCR
 1 glicoproteína ácida
Eletroforese de PTNs
Imunologia
FAN ou ANA
ENA
Ac. Antifosfolipídeos
ANCA
Complementos
Fator reumatóide
HLA

Imunologia – FAN ou ANA
FAN ou ANA: título e padrão
Titulação
 1:80 normal
 1:80 positivo  ENA
Padrão
Homogêneo - LES
Periférico - LES
Pontilhado - DMTC, Hashimoto
Nucleolar/centromérico - ESP

ENA (Ac anti-nucléolo extraível)
Sm - LES
Ro - LES, SS
La - LES, SS
RNP - LES, DMTC
DNA - LES
Microssomal - Hashimoto
Peroxidase - Hashimoto
Tireoglobulinas - Hashimoto
Músculo liso - hepatite autoimune
Scl 70 - ESP
Centrômero - ESP
Ac. antifosfolipídeos
Anticardiolipina
IgM
IgG
Lupus anticoagulante
VDRL falso positivo
 TTPA
ANCA
ANCA (Ac. Anti citoplasma de neutrófilo)
p
c
Complemento
C3
C4
C total
Fator reumatóide
Látex (sensibilidade)
Waaler Rose (especificidade)

Sorologias
CMV
Toxo
VDRL
Monotest
Clamydia
Hepatite B
HIV
ASLO
Perfil hormonal
TSH, T3,T4,T4 livre
Estradiol, progesterona, FSH, LH
Testosterona total e livre
HLA
HLA – B27 - EA
HLA – DR4 - AR
HLA – DR3 - LES
EAS
Sumário simples
Clearance de creatina
Proteinúria de 24 horas
Uricosúria de 24 horas
Calciúria de 24 horas
Hidroxiprolina de 24 horas
EPF
Análise simples
coprocultura
Osteoporose
Diagnóstico
Ca, P
Calciúria, hidroxiprolinúria
Acompanhamento
Calciúria, hidroxiprolinúria
Osteoartrose
Diagnóstico CLÍNICO
VHS, PCR, látex
Acompanhamento CLÍNICO

Gôta
- Diagnóstico e acompanhamento
Ácido úrico sérico
Ácido úrico urinário (250 – 750)
Outros: TGL, Colesterol, Gli
Artrite reumatóide
Diagnóstico
VHS, PCR, fator reumatóide, Anti-CCP
Acompanhamento
HC
VHS, PCR
Outros: TGO, TGP

Fibromialgia
- Diagnóstico e acompanhamento CLÍNICO
Outros
HC
VHS, PCR
Látex, FAN
TSH, estradiol
Espondilite Anquilosante
Diagnóstico
HLA – B27
PCR,  1 glicoproteína ácida
Acompanhamento
HC
VHS, PCR,  1 GPA
Outros: TGO, TGP
LES - diagnóstico
HC
VHS, PCR
FAN, Sm, DNA, Ro, La, RNP, C3, C4, Ctotal, fator reumatóide
Bioquímica renal
EAS, clearance, PTNúria

LES
- acompanhamento
HC
VHS, PCR
C3, C4, Ctotal, DNA
Bioquímica renal
EAS, clearance, PTNúria
Last edited by marcio on 1/6/2014, 12:49; edited 8 times in total
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marcio
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marcio is offline

Re: [KB] Semiologia ortopédica
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PostPosted: 1/6/2014, 12:42 Rate Post

Semiologia Ortopédica Pediátrica

Ciclo da Marcha Normal
O ciclo é iniciado pelo toque do pé direito.
A“fase deApoio”,durante o contato do pé com o solo ocupa 60 a 65% do ciclo.
A“fase de oscilação”começa em seguida, para diante, permitindo que o corpo se movimente sobre o pé que está avançando.
“fase deApoio”édivididaem 5períodos:
1.) apoio do calcanhar;
2.) alinhamento do pé;
3.) acomodação intermediária;
4.)Desprendimento do calcanhar (impulsãodo calcanhar;impulsãodosdedos).
“fase de oscilação”édividida 3períodos:
1.) oscilação inicial (aceleração);
2.) oscilação intermediária;
3.) oscilação terminal (desaceleração).
O período em que ambos os pés estão em contato com o solo é chamado desustentação dupla.

Existem seisdeterminantes da marcha, os quais reduzem o deslocamento vertical do corpo;
1.) inclinação pélvica aproximadamente 5º do lado oscilante;
2.) rotação pélvica aproximadamente 8º no total do lado oscilante;
3.) flexão do joelho aproximadamente 20º na fase de posição inicial;
4.) flexão plantar aproximadamente 15º na fase de posição inicial;
5.) flexão plantar aproximadamente 20º na fase de posição tardia.
6.)O determinanteda marcha diminui o deslocamento do corpo e é obtido por uma base estreita da caminhada, porvalgonormal do joelho e por posicionamento do pé.
Desenvolvimento da marcha
Sentar aos 6 meses
Engatinhar aos 9 meses
Deambular com auxilio aos 12 meses
Deambular aos 15 meses
Correr aos 18 meses
 15 meses a marcha apresenta base alargada, quadris e joelhos com flexão excessiva, braços mantidos em extensão e abdução, cotovelos fletidos e movimentos abruptos.
Desenvolvimento da marcha
A dorsiflexao do pé esta prejudicada na fase precoce da oscilação.
O impacto do pé ocorre sem o toque do calcâneo inicial.
Há excessiva rotação externa da pelve, fêmur, tíbia e pé nas fases de balanço.
A cadencia da marcha e rápida, mas os passos são muito curtos.
O desenvolvimento completo da marcha se da entre os 3 aos 5 anos, sendo maisprecossenos meninos.
Distúrbio Neurológico
MarchaEspástica:Ocorre hipertonia, hiper-reflexia, exagero do reflexo muscular de estiramento, desequilíbrio da ação de certos grupos musculares e deformidades.
Marcha Atáxica:Atáxia Medular, cerebelar ou mista
Marcha Distrófica:Distrofia muscular progressiva



Marcha Espástica
Marcha Distrófica
Alguns tipos de MarchaPatologicas
Cerebelar
Ébria
Ataxia sensorial
Equina
Hemiplégica
Festinante
Histerica
Senil
Distrofia muscular
Coreoatetoticaedistonica

Debilidade Muscular
GluteoMédio: Sinal detrendelenburg
GluteoMaximo: principal extensor do quadril
Quadriceps: Principal extensor do quadril
Gastrocnemio-sóleo(Tricepssural)
Pre-tibiais(tibial anterior, extensor longo dohalux, extensor longo dos dedos)



Deformidade MMSS


Torcicolomiógenocongênito
Síndrome deKlippel-Feil
Escápula alta congênita(Sprengel)
Pseudo artrose congênita de clavícula
Luxação congênita de ombro
Sinostosecongênita de cotovelo
Sinostoseradioulnarcongênita
Luxaçãocongênita de cabeça de rádio
Deficiência longitudinal congênita de rádio
Deficiência longitudinal congênita de ulna
Dimeliaulnar
Deformidade deMadelung
Sindactilia
Acrocefalo-sindactilia( Síndrome deApert)
Polidactilia
Polegartrifalângico
Deficiência longitudinal congênita de polegar
Polegar em gatilho
Macrodactilia
Mão fendida
Deformidades dos dedos


Malformações dos membros
Mão e pé fendido
Ausência congênita da cabeça do rádio
Braquidactilia
Polidactilia
Sindactilia
Pé torto congênito
Luxação congênita do quadril






Focomelia
Focomeliaou aplasia intercalar pode ser completa , proximal ou distal.
60% das mulheres que utilizaram a talidomida entre o 38º e o 54º dia de gestação
Focomeliados 4 membros + lábio leporino e fenda palatina –sindromede Robert

Mão torta radial
Mão torta ulnar


Sinotoserádio-ulnar
Antebraço fixo empronação( posição do antebraço intra-útero)
Pode ter origem teratogênica (uso do álcool pela mãe na gestação)
Mão em fenda ou mão de lagosta
Deficiência central

Hipoplasia do polegar
Sindactilia
SindromedeApert
Acrocefalossindactilia
Neurocirurgia– válvulaventriculo-peritonial
Hipertensão craniana eexoftalmia
Mão em concha ouhoof(casco)
Sindrome de Poland
Sindactilia
Hipoplasia do MS
Agenesia do grande peitoral

fig
Polidactilia
Fig



Dimeliaulnarou mão em espelho
Rara,unilateral,sem características hereditárias
Olecraneosse confrontam
Cotovelo rígido
Desvio radial do punho


Mão de cinco dedos
Polidactilia do indicador com aplasia do polegar


Macrodactiliaou gigantismo digital
Artrogriposemúltipla congênita
Sindromeneuro-muscularnão progressiva e simétrica
Inteligência normal
Contratura articular presente desde o nascimento com fraqueza muscular e fibrosecapsulo-ligamentar
Deformidade deMadelung
Fusão precoce da parteulnarevolardafisedistal do rádio
Compromete o rádio, a ARUD e os ossos do carpo
Saliência dorsal e distal da ulna
Desviovolarda mão
Diminuição maior da extensão e dasupinação
Malformações esqueléticas
Acondroplasia: causa + comum de nanismo. Membros curtos, defeito na ossificação endocondral. Troncocomaspecto normal.
Hiperpituitarismo: pode levar ao gigantismo ou acromegalia (aumento de vísceras,tecmoles e ossos da face).
Hipotireoidismo: resulta em cretinismo (retardo do crescimento, deficiência mental, malformações esq., alt. auditiva e neurológica.


Deformidades do Ombro
Mais Comuns
Sprengel(escapula altacongenita)
Klippel-Feil
Osteomielite do recém nascido
Pseudo-paralisia sifilítica deparrot
Lesões traumáticas obstétricas
Membro Inferior -Quadril
Examinar a Flexão (Legg-Calvé-PertheseEpifisiolise)
Examinar a Extensão (teste Thomas,Staheli)
Rotação interna (35 – 50°)
Rotação externa (40 – 50°)
Abdução (30 – 45°) (RN 78°)
Adução (30 – 40°) (RN 15 – 17°)







Membro Inferior -Quadril
Sinal eOrtolani: displasia do desenvolvimento do quadril
Sinal deBarlow
Teste datelescopagem
Sinal eOrtolani
Sinal deBarlow

Teste datelescopagem

Membro Inferior -Quadril
TesteOber: contratura abdução do quadril
Assimetria de pregas: displasia C. quadril
Teste Ely: espasticidade do reto femoral na paralisia cerebral
Dismetriados MMII




Força Muscular MMII
Força Muscular MMII
Força Muscular MMII
Força Muscular MMII
Força Muscular MMII
Força Muscular MMII
ExameClinico Joelho

AlinhamentoMMII (valgo/varo), Patelar (ângulo Q - 20º);

Nascimento:Varismode 16°;
1 ano:Varismo10º;
18- 2 anos: 0°;
3 anos:Valgismo12°;

Regressaodovalgismoate os 7 anos, quando o joelho atinge o ângulodefiniticode 5 – 6°
Last edited by marcio on 1/6/2014, 12:48; edited 1 time in total
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Espero que continuem curtindo, do autor: Ortopedista Especialista em Joelho Dr. Márcio Silveira

 

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