Traumatologia e Ortopedia
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[KB] Fraturas da pelve


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marcio
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[KB] Fraturas da pelve
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PostPosted: 23/7/2012, 11:02 Rate Post

Category: Quadril (3)
Article Type: Trauma

Article Name: Fraturas da pelve
Author: márcio
Description: Anel pélvico

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silva


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Re: [KB] Fraturas da pelve
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PostPosted: 2/2/2014, 17:22 Rate Post

Resumo para prova oral

Fratura da bacia

Fraturas de baixa energia( idosos com queda de altura sem comprometimento do anel pelvico) alta energia( jovens vitima de acidente automobilistico ou quedas de altura)
Fraturas que envolvem risco de vida
Abordagem inicial: ATLS não esquecer do exame neurológico e examinar a bacia
Inicialmente RX AP da bacia se paciente instável é suficiente para realizar seu tto se paciente estavel pode se realizar in let e out let + CT
Classificação: Young e Bruges( CL: I sem comprometer anel, II só ipsilateral, III comprime até abrir contralateral na SI associado a fratura da asa do iliaco, CAP I separação < 2,5cm, II> 2,5cm lesao dos ligamento exceto SI posteriores, III lesão todos ligamento até posteriores com abertura posterior, CV ascensão da hemipelve tem lesão dos sacro espinhoso e sacrotuberoso ipslateral, MISTO)
CAP II E III mais associadas a instabilidade hemodinamica
Fraturas do sacro classificação de Denis: A asa 5% lesão Neur., B no forame 25% , C corpo 50%.
Lesões associadas: sistema genito urinário mais comum da bexiga por laceração, profilaxia para TVP.
Tto inicial: estabilização hemodinamica com volume, colocar lençol ou brace pneumático
Tto: se RX fratura estvel sem comprometer anel e paciente instável achar outro foco de sangramento se RX fratura instavel e paciente instável FE na emergência. Se fratura instável e paciente estável pode completar os exames CT e in let e out let e após FE ou sintese inerna se equipe adequada e material
Para fraturas instáveis FE por 12 semanas para as estáveis 4-6 semanas
Tração esqueletica para fraturas comcomponente verticalização, pode ser feito FE para fraturas estaveis se paciente com muita dor e dificil mobilização.
Difícil redução após 3 semanas e pode evoluir com dor e dificuldade para deambular
Disfunção sexual principalmente em homens




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marcio
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marcio is offline

Re: [KB] Fraturas da pelve
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PostPosted: 1/6/2014, 19:16 Rate Post

ANATOMIA NEUROLÓGICA da pelve

O plexo lombar distribui-se primordialmente para a coxa, exceto pela distribuição cutânea do ramo safeno do nervo femoral. O plexo pode ser dividido em ramos dorsais e ventrais, sendo os dorsais o nervo femoral que inerva as estruturas anteriores das coxas e o nervo cutâneo femoral lateral. O principal ramo ventral do plexo lombar é o nervo obturatório

O plexo sacral é mais largo que o lombar, tem ramos maiores e se distribui até as áreas mais caudais dos membros inferiores. O plexo também se divide em ramos dorsais e ventrais. Os ramos dorsais do plexo sacral "incluem a maioria dos nervos para as nádegas e a parte fibular comum do nervo isquiático.



O nervo tibial, o maior ramo anterior ou ventral do plexo sacral, distribui-se em seguida até os músculos das coxas, tendo origem medial

A parte lombar do plexo lombossacral é anatomicamente uma estrutura abdominal, ao passo que o plexo sacral é realmente uma estrutura pélvica, localizada anterior e lateralmente em relação ao sacro.
A denominação dos nervos do plexo lombossacral mantém uma relação relativamente constante com o restante do conteúdo do anel pélvico.

Os nervos ilioipogástrico e ilioinguinal emergem do músculo psoas e avançam distal e lateralmente.

O nervo ilioipogástrico, inerva uma parte da região póstero-lateral das nádegas e, distalmente, a pele localizada pouco acima da sínfise púbica

O nervo ilioinguinal inerva a pele da raiz do pênis e o escroto masculino e o monte pubiano e os grandes lábios, nas mulheres adultas,

O nervo genitofemoral emerge da superfície anterior do psoas, dividindo-se em um ramo genital, que atravessa o canal inguinal e chega até a pele do escroto ou aos grandes lábios, e em um ramo femoral, que acompanha a artéria ilíaca externa e acaba distribuindo-se pela superfície anterior das coxas.

O nervo femoral também deriva dos ramos posteriores do plexo lombar e emerge da borda lateral do músculo psoas, avançando em seguida distalmente em um sulco localizado entre o músculo psoas e o ilíaco, fornecendo ramos motores para o ilíaco e saindo da pelve por baixo do ligamento inguinal.

O nervo obturatório origina-se das divisões anteriores do plexo lombar, emerge do lado medial do psoas (pouco acima da borda da pelve) e avança para baixo entre o psoas e a coluna vertebral. Depois que entra na pelve, ele acompanha lateralmente a parede pélvica, ao lado dos vasos ilíacos internos e do ureter, e ao longo da superfície superior do músculo obturador interno, chegando ao canal obturado, por onde sai da pelve.

A região sacral do plexo lomhossacral forma-se na concavidade do anel pélvico. Neste ponto, o tronco lombossacral direcionado para o interior da pelve une-se aos ramos ventrais das três primeiras raízes nervosas sacrais, orientadas lateralmente a partir dos forames sacrais, formando assim o plexo sacral sobre a superfície anterior do músculo piriforme,

O s ramos do plexo passam através do forame isquiático maior com o n.glúteo superior passando por cima do m. piriforme e o restante do plexo passando por baixo do mesmo.



Pelo Forame isquiático menor passam o N.pudendo,vasos pudendo internos e Tendão do m.obturatório interno.

• Lesão neurológica – Raiz de L5 - perda da extensão do hálux e dorsiflexão do pé
• Raiz de S1 – perda da flexão plantar do pé
• Dor neuropática crônica
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rogerio


rogerio is offline

Re: [KB] Fraturas da pelve
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PostPosted: 10/9/2015, 23:14 Rate Post

Fratura de sacro

- Mecanismos
- queda de altura: geralmente fratura sacral transversa

- Tipo I e II: compressão lateral ou cisalhamento vertical
- Tipo III: queda de altura com impacto sobre o sacro
- a posição da coluna lombar determina o tipo de fratura sacral
- vertical, transversa ou cominuições com forma de U ou H

- Classificação de Denis
- Zona I: traço de fratura na região alar, mais lateral do sacro
- Não atinge o canal central - Lesão neurológica de 5,9%
- Zona II: passa pelos forames sacrais: déficit neurológico em 28%
- Comprometimento esfincteriano raro
- Zona III: fraturas raras, transversas, comprometendo o canal central do sacro
- Lesão neurológica em 56% com risco alto de incontinência

- Tratamento de acordo com a fratura do anel pélvico


Fratura de bacia em crianças

- Fratura da asa do ílio (fratura de Duverney)
- Relativamente rara
- Trauma direto
- Desvio geralmente lateral mas pode ocorrer medial ou proximal
- Tratamento: direcionado para outras lesões
- Repouso no leito, geralmente com a perna abduzida
_________________
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