Traumatologia e Ortopedia
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[KB] Deformidades congênitas da perna


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marcio
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[KB] Deformidades congênitas da perna
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PostPosted: 31/1/2014, 20:40 Rate Post

Categoria: Pediátrica (6)
Article Type: Desvios rotacionais e marcha

Article Name: Deformidades congênitas da perna
Autor: silva
Description: Pseudoartroses, deficiências focais

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silva


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Re: [KB] Deformidades congênitas da perna
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PostPosted: 31/1/2014, 20:44 Rate Post

Resumo para prova oral

Deficiência Fibular

ETIOLOGIA: Congênita; 2ª coalizões tarsais?
CLN: Pé valgo, encurtamento da perna, arqueamento anterior variável da tibia, com uma depressãp sobre o ápice, e valgo variável do joelho (hipoplasia do condilo lateral). Pode ter ausência de um ou vários raios do pé(pós-axiais). Intabilidade AP do joelho, patela pequena. Tornozelo tipo Bola e Soquete. A maioria apresenta coalizões tarsais (retropé com rigidez, variável)
CLASSIFICAÇÃO Achterman e Kalamchi: Tipo I (70% associado com DFFC), IA fíbula hipoplásica, IB fibula presente mas muito displasica; Tipo II (50% associado com DFFC) ausência de fíbula.
HN: Progressiva, piora com o crescimento.
TTO:
Amputação(Syme e Boyd - preferência): Presença de mmss funcionais; Pés não funcionais; Discrepância final > 30% do contra lateral; 10-30% controverso
Alongamento: Pé funcionais; <10% encurtamento final
Crianças com MMSS não funcionais, poderão usar os pés para atividades do cotidiano, logo a amputação devem ser bem pensada nesses casos
Bilateral: Depende da funcionalidade pos pés e se há ou não discrepancia de comprimento entre os mm. Se a discrepancia entre dois membros não poder ser corrigida com uma protese, esta indicada o alongamento do mais curto.
Correção do Arqueamento Tibial: Casos mais graves, fibula ausente. Corrigido na época da amputação de Syme, osteotomias + fixação intramedular (pino ou haste)
Correção do Joelho Valgo: Casos leves podem ser compensados na ortese. Casos graves devem ser corrigidos p/ uma melhor adaptação da órtese.
Reconstrução do tornozelo: Caso que o membro pode ser salvado(alongado). Casos levee, Tipi IA com tornozelo em soquete podem evoluir com tornozelo valgo, para eles esta indicado osteotomia tipo Wiltse. Nos casos de intabilidade e valgo graves deve-se fazer a artrodese do tornozelo.
Proteses: Tipo soquete, devem permitir o crescimento do membro da criança, estabilizar o tornozelo e joelho. O peso deve insidir sobre a extremidade distal, t. patelar e côndilos femorais.

Deficiência Tibial

Classificação de Kalamchi e Dawe (modificada por Jones): Tipo I-> IB ausência completa da tíbia, IB ausencia de ossificação ao nascimento, porem com coto proximal ossificando com o crescimento; Tipo II-> ausência da tibia distal, proximalmente articula com o fêmur; Tipo III-> remanescente distal, ausencia proximal; Tipo IV-> diastase tibio-fibular distal.
O ponto mais importante na decisão terapêutica é a presença de extensão ativa do joelho.
CLN: Tibia encurtada, pé equinovaro rígico em supinação e apontando p/ o períneo. Polidactilia pré-axial (mais característico) ou deficiencia de raios pré-axiais (mais raro). Fibula longa.
Anormalidades asssociadas: musculo-esqueleticas, outros sistemas e orgãos
TTO:
Tipo IA: Desarticulação do joelho
Tipo IB: depensde da extensão ativa ou não no joelho.
Tipo II: extensão ativa do joelho presente -> Sinostose tibio-fibular (ressecar aparte proximal da fíbula, para evitar o drescimento e protusão no joelho) + amputação de Syme
Tipo III: Muito rara, sem consenso de tto. Depende se há remenescente ou não proximal, se houver mecanismo extensor ou não.
Tipo IV: não é possível reconstruir o tornozelo -> amputação
O pé pode ser preservado se a deformidade situa na extremidade menos grave do espectro ou se existe deficiência contra-lateral significativa. Na maioria dos outros casos a amputação Syme parece ser razoável.





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