Traumatologia e Ortopedia
Discussão de casos, questões e dúvidas em tratamentos, com dicas de prova para o TEOT.

 
[kb] Exame FÍsico Da MÃo


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[kb] Exame FÍsico Da MÃo
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Categoria: Área básica (1)
Tipo do Texto: Conceito básico

Nome do Texto: EXAME FÍSICO DA MÃO
Autor: márcio
Descrição: .

Leia o Texto Completo
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  • Apresentações: Exame Físico da Mao e punho.ppt
  • Imagens explicativas: flexor profundo e superficial
  • Vídeos e artigos

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EXAME FÍSICO DA MÃO

1 – Inspeção:
Utilização espontânea das mãos
Movimentação simétrica dos mmss
Avaliação de todo o membro superior, assim como da coluna cervical
Movimentação quando pedido para desnudar o tronco
Contar os dedos
Posição anatômica das mãos (semiflexão da MF e IF)

A superfície palmar
Aponeurose palmar
Prega palmar distal
Prega palmar proximal
Prega interfalangeana proximal
Prega tenar
Prega interfalangeana distal
Prega dígito-palmar
Prega do punho
Eminência tenar e hipotenar
Arcos palmares
Arcos transversos
À nível do carpo
Projeção dos metacarpos
Arco longitudinal
Centro da palma
Vales (Trajeto dos tendões flexores)
Montes (Trajeto dos feixes neurovasculares e músculos lumbricais)

A superfície dorsal
Exame do nó dos dedos com o punho cerrado
Aspecto das unhas e coloração

2 – Palpação:
Pele
Palmar mais espessa
Ligamentos de Cleland e Grayson
Verificar aumento de temperatura ou ressecamento
Lesão, intumescência ou cicatriz
óssea
Ossos do punho
Processo estilóide do rádio
Tabaqueira anatômica
Escafóide
Trapézio
Tubérculo do Rádio (tubérculo de Lister)
Capitato
Semilunar
Processo estilóide da Ulna
Piramidal
Pisiforme
Hâmulo do hamato
Metacarpos
Primeiro metacarpo
Articulação Metacarpofalangiana
Falanges

3 – Palpação dos tecidos moles:
Punho
Zona I – Processo Estilóide de Rádio
Tabaqueira anatômica
Radial – extensor curto e abdutor longo do polegar
Ulnar – extensor longo do polegar
Assoalho – osso escafóide
Conteúdo – artéria radial e ramo sensitivo radial
Túnel 1
Extensor curto do polegar
Abdutor longo do polegar
Zona II – Tubérculo de Lister
Túnel 2
Extensores radial curto e longo do carpo
Túnel 3
Extensor longo do polegar
Túnel 4
Extensor comum dos dedos
Extensor do indicador
Zona III – Processo Estilóide da Ulna
Túnel 5
Extensor do dedo mínimo
Túnel 6
Extensor ulnar do carpo
Zona IV – Pisiforme (Face palmar)
Flexor ulnar do carpo
Túnel de Guyon
Artéria ulnar
Zona V – Longo palmar e Túnel do carpo
Longo palmar
Túnel do carpo
Proximal – pisiforme e tubérculo do escafóide
Distal – hâmulo do hamato e tubérculo do trapézio
Superior – ligamento carpal transverso
Conteúdo – tendões flexores e nervo mediano
Flexor radial do carpo

Mão
Zona I – Eminência tenar
Abdutor curto do polegar
Oponente do polegar
Flexor curto do polegar
Zona II- Eminência hipotenar
Abdutor do quinto dedo
Oponente do quinto dedo
Flexor do quinto dedo
Zona III – Palma
Aponeurose palmar
Tendões flexores dos dedos
Zona IV – Dorso
Tendões extensores
Zona V – Falanges
Zona VI – Polpas digitais

4 – Grau de Mobilidade:
Punho
Flexão – 80o
Extensão – 70o
Desvio ulnar – 30o
Desvio radial– 20o
Articulação Metacarpofalangiana
Flexão – 90o
Extensão – 30 a 45o
Articulação Interfalangeana Proximal
Flexão – 100o
Extensão – 0o
Articulação Interfalangeana Distal
Flexão – 90o
Extensão – 20o
Dedos
Abdução – 20o
Adução – 0o
Polegar
Metacarpofalangeana
Flexão – 50o
Extensão – 0o
Interfalangeana
Flexão – 90o
Extensão – 20o
Abdução – 70o
Adução – 0o

5 – Exame neurológico:
Testes musculares:
Extensão do punho
Extensor radial longo do carpo
Extensor radial curto do carpo
Extensor ulnar do carpo
Nervo Radial, C7

Flexão do punho
Flexor radial do carpo
Nervo mediano, C7
Flexor ulnar do carpo
Nervo ulnar, C8 T1

Extensão dos dedos
Extensor comum dos dedos
Extensor próprio do indicador
Extensor do dedo mínimo
Nervo radial, C7

Flexão dos dedos
Flexor superficial dos dedos (articulação IFP)
Nervo mediano, C7, C8 e T1
Flexor profundo dos dedos (articulação IFD)
Nervo ulnar (parte medial)
Nervo mediano (parte lateral)
Lumbricais (articulação MF)
Nervo mediano (primeiro e segundo)
Nervo ulnar (terceiro e quarto)

Abdução digital
Interósseo dorsal
Nervo ulnar, C8 T1
Abdutor do dedo mínimo
Nervo ulnar, C8 T1

Adução digital
Interósseo palmar
Nervo ulnar, C8 T1

Extensão do polegar
Extensão curto do polegar (articulação MF)
Nervo radial, C7
Extensor longo do polegar (articulação IFP)
Nervo radial, C7

Flexão do polegar
Flexor curto do polegar (articulação MF)
Nervo ulnar (parte medial)
Nervo mediano (parte lateral)
Flexor longo do polegar (articulação IF)
Nervo mediano, C8 T1

Abdução do polegar
Abdução longo do polegar
Nervo radial, C7
Abdução curto do polegar
Nervo mediano, C6 e C7

Adução do polegar
Adutor do polegar
Nervo ulnar, C8

Oponência do polegar e do dedo mínimo
Oponente do polegar
Nervo mediano, C6 e C7
Oponente do dedo mínimo
Nervo ulnar, C8
6 – Testes Especiais:
Testes para os flexores longos dos dedos
Lesão dos tendões flexores
Teste de Bunnel-Littler
Contratura dos músculos lumbricais
Teste retinacular
Tônus dos ligamentos retinaculares
Teste de Allen
Suprimento arterial da mão
Teste de Finkelstein
Diagnóstico de tenossinovite do primeiro túnel


Teste de Phalen
Teste de Tinel
Diagnóstico do túnel do carpo
Teste de Watson
Instabilidade do escafóide
Testes de Cisalhamento (Reagan ou Kleinman)
Instabilidade do semilunar-piramidal
Teste do enrugamento
Teste de discriminação de 2 pontos
Teste de estereognosia de Moberg
Diagnóstico da lesão nervosa
Manobra de Froment
Lesão do nervo ulnar
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Re: [kb] Exame FÍsico Da MÃo
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EXAME FÍSICO DO PUNHO


Segundo Flatt, é a articulação chave para a função da mão

Limite anatômico: ponto em que o rádio distal começa a alargar-se (ou 3 cm proximal à articulação – Taleisnik) até a articulação carpometacárpica.

Leões do rádio distal são consideradas do punho quando interferem na sua função

Anatomia
Articulação do rádio distal em forma triangular, com ápice na estilóide

2 fossetas articulares:
Uma elíptica para o escafóide (lateral)
Uma esférica para o semilunar (medial)
Separadas por uma crista no sentido AP

Medialmente articula-se com a ulna distal através da fossa sigmóide



Ossos do carpo dispostos em 2 fileiras transversas

Proximal: escafóide, semilunar, piramidal e pisiforme

Distal: trapézio, trapezóide, captato e hamato


2 articulações: radiocárpica e médiocárpica




Na extensão a mediocárpica contribui com 66% do movimento. Na flexão a radiocárpica é responsável por 60% do movimento.


O pisiforme é considerado um sesamóide, sem função nas atividades do carpo

Do ponto de vista funcional o escafóide pertence às duas fileiras (Gilford et al), funcionando como barra de conexão entre elas.


Colunas verticais (Navarro)

Coluna lateral move-se ao redor da central

Nos movimentos laterais também ocorre movimento entre semilunar e capitato, assim como na escafotrapézio e hamatopiramidal.

Por isso aplica-se o conceito do anel oval de Lichtman: a quebra de qualquer ponto (ruptura ligamentar) implica em movimento anormal: instabilidade.
Os ligamentos extríncicos (origem ou inserção fora do carpo) são proximais (radiocárpais e ulnocarpais) ou distais (carpometacárpicos).



Os ligamentos extrísicos mais fortes e relacionados com estabilidade são os seguintes:


Radioescafocapitato (ou oblíquo de Weitbrecht): da superfície volar do rádio até escafóide e capitato


Radioescafo-semilunar (Kuentz e Testut): origem mais ulnar que o anterior, no nível da crista entre as fossetas, até o poloproximal do escafóide e similunar


Rádio-semilunar: direção mais transversa; leva rica vascularização


Rádio-semilunar-piramidal: da porção mais ulnar do rádio volar, oblíqua e ulnarmente para o semilunar e o piramidal. Distal ulnarmente se une a fibrocartilagem triangular

Radiocárpico dorsal: mais fraco que os volares. Do rádio ao semilunar, piramidal e escafóide.

Os ligamentos intríncecos vedam a articulação.
Exame físico
Anamnese completa

Idade, atividade, queixas, localização precisa, dominância, cronologia, agentes causadores, etc.

Registrar dados

Examinar com o MS totalmente exposto, paciente sentado, cotovelos apoiados na mesa.

Comparar com contralateral
Inspeção
Avaliar condiçoes da pele e lesões: pode indicar mecanismo (ou direção da força) de fratura ou luxação.

Deformidades ou aumentos de volume.

Cicatrizes (podem limitar o movimento)

Coloração da pele
Palação
Temperatura: aumentada em processos inflamatórios e infecciosos

Deformidades

Tumorações: mole, fibrosa ou dura

Pontos dolorosos, presença de crepitações e estalos

Referências


No fundo da tabaqueira palpa-se o corpo do escafóide

Saliência dorsal distal no rádio: tubérculo de Lister: tendão extensor longo do polegar muda de direção


Fletindo o punho palpa-se polo proximal do escafóide e articulação escafo-semilunar: distal ao tubérculo de Lister.


2 cm distal a estiloide radial é a base do primeiro metacarpo: articulação carpo metacàrpica do polegar; melhor sentida com a circundação do dedo: dor e crepitação se rizartrose.



Na base da eminência tenar, palpa-se a tuberosidade do escafóide, em cujo lado ulnar mergulha o flexor radial do carpo



Fletindo o punho, palpa-se entre a extremidade distal da ulna e o piramidal a fibrocartilagem triangular.

Palpar processo estilóide ulnar. Com desvio radial, sente-se o piramidal e o hamato e a articulação entre eles

Na base da região hipotenar, justodistal a prega volar, palpa-se o pisisforme em continuidade com o flexor ulnar do carpo
Amplitude de movimentos

Iniciar com movimentos passivos e depois os ativos

Em geral são equivalentes, mas nos casos de aderências ou paralisias, os passivos são mais amplos

Prono-supinação

Cotovelo em 90 graus e junto ao corpo, para neutralizar rotação do ombro
Pronação: 80 graus
Supinação: 90 graus

Flexão palmar

Média 70-80 graus (52 a 93 graus)
Goniômetro no dorso do terceiro mtc e no dorso do rádio
Principalmente às custas da radiocárpica

Extensão (flexão dorsal)

Predomina pela mediocárpica devido à inclinação radial
60-70 graus (42-79 graus)
Goniometro volar do rádio e terceiro mtc

Desvio ulnar (adução)

45 graus
30 graus na radiocárpica e 15 graus na mediocárpica

Desvio radial (abdução)

15 graus
8 graus na radiocárpica e 7 graus na mediocárpica
Eixo na cabeça do capitato
Testes musculares
Escala de força de Highet modificada

M0 – sem contração
M1 – contração não vence gravidade
M2 – mantém contra gravidade
M3 – vence ação gravidade, mas sem resistência
M4 – vence gravidade com alguma resistência
M5 – normal

Extensor radial curto do carpo insere-se na base do terceiro mtc: extensão com desvio radial

Extensor ulnar do carpo insere-se na base do quinto mtc: extensão com desvio ulnar.

Flexor radial do carpo: volar, insere-se na base do segundo mtc, lateral ao palmar longo. Faz forte flexão e pouco desvio radial (o desvio radial do punho se faz mais pelo abdutor longo do polegar, que se insere na base do 1o mtc).



Palmar longo: ausente em 15% da pop. Flexão do punho e tensão da fáscia palmar. Usado como enxerto. Pesquisa tocando polpa do polegar e do dedo mínimo com flexão simultânea do punho.

Flexor ulnar do carpo: insere-se na base do 5o mtc. Flexão e forte desvio ulnar.
Testes especiais
Teste de Finkelstein:
avalia tenossinovite do 1o compartimento dorsal (abdutor longo e extensor curto do polegar) (De Quervain). Polegar aduzido e fletido. Positivo se dor na estilóide radial ao desvio ulnar passivo do punho.

Teste de Phalen:
avalia síndrome do túnel do carpo. Flexão máxima dos punhos por 1 minuto. Positivo se dormência no território do mediano (principalmente 3o dedo). Phalem invertido: extensão máxima.

Teste de Tinel:
Percussão suave de um trajeto nervoso. Positivo se choque no trajeto distal.

Teste de Watson:
Pesquisa instabilidade do escafóide. Pressiona tuberosidade anterior do escafóide com o polegar e movimenta o punho de ulnar para radial: subluxação escafóide gera estalido doloroso. Lascidão pode dar falso positivo (comparação contralateral).

Teste de cisalhamento:
Pressão em direções opostas entre ossos adjacentes. Reagan (ou Kleinman): estabiliza semilunar com uma mão (indicador e polegar) e pressiona piramidal e pisiforme dorsalmente; positivo se crepitação, dor ou frouxidão.

Teste de Allen:
Patência dasartérias que suprem a mão. Comprime radial e ulnar com ambas as mãos; elevação; abrir e fechar dedos. Mão relaxada e libera apenas uma das artérias e verifica se há enximento répido da palma e dos dedos. Se não houver, teste é positivo para a artéria liberada.

Teste de Duncan: digitopressão do túnel do carpo mantida por 3 segundos.




Exame físico

Punho

- Punho: da posição em que o rádio começa a alargar até articulação carpometacárpica
- Angulação volar: 12º-15º - Angulação ulnar: 20º-25º
- Distância do processo estilóide até a superfície articular da ulna: 13 mm
- Rádio e ulna no mesmo nível: 51% - Ulna plus: 26% - Ulna minus: 23%
- Amplitude de movimento
- Flexão: 80º - Extensão: 80º - Desvio ulnar: 30º - Desvio radial: 20º
- Carpo
- Articulação rádio-cárpica: maior amplitude do que a médio-cárpica na flexão (60%)
- Articulação médio-cárpica
- Maior amplitude do que a rádio-cárpica na extensão (66% da extensão)
- Conceito de Navarro de três colunas verticais:
- Central: semilunar, capitato e hamato: relacionada com a flexo-extensão
- Lateral: escafóide, trapézio e trapezóide: move ao redor da coluna central
- Medial: piramidal e pisiforme
- Conceito oval de Lichtman: ossos movem em conjunto, como uma cadeia
- Ligamentos
- Extrínsecos: origem ou inserção fora do carpo
- São mais fortes e mais relacionados com a estabilidade dos ossos do carpo
- Proximais: radiocárpicos e ulnocarpais
- Radioescafocapitato (ligamento oblíquo de Weitbrecht)
- origem na superfície volar do processo estilóide
- inserção: escafóide e capitato
- Radioescafo-semilunar (ligamento de Kuentz e Testut)
- Origem: mais ulnarmente do que o radioescafocapitato
- Inserção: polo proximal do escafóide e semilunar
- Radiosemilunar: mais transverso e cobre parcialmente o radioescafosemilunar
- Leva irrigação para o semilunar
- Radioseminulopiramidal:
- Origem: porção volar mais ulnar do rádio distal
- Inserção: face volar do semilunar e no piramidal
- Une-se com a fibrocartilagem triangular
- Ligamento radiocárpico dorsal: mais fraco do que os volares
- Origem: margem posterior do rádio
- Inserção: semilunar, piramidal e escafóide
- Distais: carpometacárpicos
- Intrínsecos
- Mesma fileira: escafo-semilunar; semilunar-piramidal
- Entre as fileiras: escafocapitato; escafo-trapézio-trapezóide ou piramidal-hamato
- Inspeção
- Palpação
- Tabaqueira anatômica
- Limites
- Radialmente: extensor curto do polegar
- Ulnarmente: extensor longo do polegar
- Palpa-se o escafóide
- Tubérculo de Lister: dorso do rádio, por onde passa o extensor longo do polegar
- Na flexão do punho: palpação do polo proximal do escafóide
- Amplitude de movimento
- Prono-supinação: cotovelo fletido a 90º junto ao corpo com ADM de 80º para cada lado
- Flexão palmar: 70-80º - Extensão: 60º-70º
- Desvio ulnar: 45º (30º na radiocárpica e 15º na mediocárpica)
- Desvio radial: 15º (8º na radiocárpica e 7º na mediocárpica)
- Teste muscular
- Extensor radial curto do carpo: inserção na base do 3º
- Extensor radial longo do carpo: inserção na base do 2º - extensão e desvio radial
- Extensor ulnar do carpo: inserção na base do 5º - extensão e desvio ulnar
- Flexor radial do carpo: inserção na base do 2º: flexão e pouco desvio radial
- Flexor ulnar do carpo: inserção na base do 5º: flexão e desvio ulnar
- Abdutor longo do polegar: faz desvio radial: inserção na base do 1º
- Palmar longo: ausente em 15%: flexor do punho e tensor da fáscia palmar
- Pesquisa com toque do 1º com o 5º dedo e flexão do punho
- Testes especiais
- Finkelstein: diagnóstico de tenossinovite do 1º compartimento dorsal
- Abdutor longo e extensor curto do polegar
- Desvio ulnar do punho com o polegar aduzido e fletido na palma da mão
- Phalen: síndrome do túnel do carpo
- Punho em flexão máxima por 1 minuto - (+): formigamento ou dormência no território do mediano
- Phalen invertido: mesmo teste mas com o punho em extensão máxima
- Tinel: percussão do trajeto de um tronco nervoso, de distal para proximal
- Teste de Watson: pesquisa da instabilidade do escafóide
- Pressiona-se a tuberosidade do escafóide com o polegar e movimenta-se o punho de ulnar para radial
- Causa subluxação dorsal do escafóide com estalido doloroso
- Deve ser feito bilateral: pode ocorrer com simetria se frouxidão ligamentar
- Teste de cisalhamento: testar instabilidade semiluno-piramidal
- Teste de Reagan ou Kleinman:
- examinador estabiliza o semilunar com o polegar e o indicador
- outra mão: desloca o piramidal e o pisiforme dorsalmente
- (+) se dor e creptação ou frouxidão excessiva
- Sinal de Murphy:
- punho fechado – cabeça do 3º é mais proeminente
- se (+): cabeça do 3º na mesma altura do 2º e 4º  luxação do semilunar
- Teste de Allen: determinar patência das artérias que suprem a mão
- Compressão da artéria ulnar e radial + abertura e fechamento da mão para esvaziar o sangue
- Abertura de uma das artérias


Mão

- Inervação
- Mediano
- Sensitiva: polegar, indicador, dedo médio e metade radial volar do anular
- Motor:
- Extrínsecos: flexor radial do carpo, flexor longo do polegar, flexor superficial dos dedos e porção radial do flexor pofundo dos dedos e palmar longo
- Intrínsecos: cabeça superficial do flexor curto do polegar, oponente do polegar, abdutor curto do polegar e lumbricais para o 2º e 3º dedos
- Ulnar
- Sensitiva: 5º dedo e metade ulnar do 4º dedo
- Motor
- Extrínsecos: flexor ulnar do carpo, porção ulnar do flexor profundo dos dedos
- Intrínsecos: cabeça profunda do flexor curto do polegar, adutor do polegar, músculos da eminência hipotenar, interóoseos palmares, dorsais e lumbricais para o 4º e 5º
- Radial
- Sensitiva: tabaqueira anatômica e dorso do polegar, indicador, médio e ½ radial do 4º até a IFD
- Motor
- Extrínsecos: extensor ulnar do carpo, extensor comum dos dedos, extensor próprio do indicador, extensor próprio do dedo mínimo, extensor radial curto e longo do carpo, abdutor longo do polegar, extensor longo do polegar
- Intrínsecos: extensor curto do polegar
- Musculatura intrínseca
- Eminência tenar: flexor curto, abdutor curto, adutor e oponente do polegar
- Êminência hipotenar: abdutor, flexor curto, oponente do dedo mínimo e palmar curto
- Interósseos
- Dorsais: abdução dos dedos e flexão da MTC-F com extensão das IF
- Ventrais: adução dos dedos e flexão da MTC-F com extensão das IF
- Lumbricais: origem nos flexores profundos dos dedos com inserção no aparelho extensor
- Flexão das MTC-F e extensão das IF
- Vascularização
- Arco palmar superficial: origem das artérias digitais para o 2º-5º
- Arco palmar profundo: mais proximal e origem das artérias para o polegar, artéria radial para o indicador e artérias interósseas
- Drenagem venosa: principalmente pelas veias dorsais superficiais
- Irrigação tendínea: predomínio dorsal, pelas vínculas
- Dedos
- Sistema ligamentar
- Placa volar: reforço ventral
- Ligamentos colaterais: reforço lateral
- Ligamento de Cleland: limita excursão de partes moles na flexo-extensão dos dedos
- Ligamento de Grayson: estabiliza o feixe vasculonervoso em sua posição anatômica
- Movimentação passiva
- IFD
- Flexão: 90º
- Extensão: 15º - IFP
- Flexão: 100-110º
- Extensão: 0º
- Metacarpofalangicas
- Extensão: 30º - Flexão: 100º - Adução: 20º - Abdução: 30º
- Carpometacárpica
- 2º e 3º: praticamente não há movimento - 5º dedo: 10º de flexão e extensão
- 4º dedo: 5º de flexão e extensão
- Exame neurológico
- Dedos
- Extensão dos dedos
- Extensor comum dos dedos, extensor próprio do indicador, extensor do 5º: nervo radial (C7)
- Teste: estabilização do punho e flexão das IF para retirar ação dos intrínsecos na extensão
- Solicita-se extensão contra-resistência
- Flexão dos dedos
- Flexor superficial dos dedos: mediano
- Flexor profundo dos dedos:
- 2 laterais: mediano
- 2 mediais: ulnar - Lumbricais:
- 2 laterais: mediano
- 2 mediais: ulnar
- Abdução: 4 interósseos dorsais e abdutor do 5º dedo: ulnar
- Adução: 3 interósseos palmares: ulnar
- Polegar
- Extensão: extensor curto e longo do polegar (radial)
- Extensor longo: age na IF
- Extensor curto: age principalmente na MTC-F
- Flexão e abdução
- Flexor curto do polegar: flexão da MTC-F
- Superficial: mediano - Profundo: ulnar
- Flexor longo do polegar: mediano
- Flexão da IF
- Abdução do polegar
- Extensor longo do polegar e abdutor longo do polegar (nervo radial)
- Abdutor curto do polegar (nervo mediano)
- Sensibilidade
- Nervo radial: inerva área pequena que corresponde à tabaqueira anatômica
- Nervo mediano: inerva restante do dorso do 1º, 2º, 3º, região volar e ½ radial do 4º
- Nervo ulnar: ½ ulnar da superfície voltar do 4º, todo o 5º e superfície dorsal do 4º e 5º
- Testes especiais
- Garra ulnar: (sinal de Duchene)
- Perda da função dos intrínsecos
- Lesão proximal: garra mais leve mas com prognóstico pior
- Sinal de Pollock: perda da força do flexor profundo do 4º e 5º
- Lesão distal: garra mais grave mas com prognóstico melhor

- Teste de Bunnel-Littler: contratura de intrínsecos
- Articulação MTC-F em extensão e tenta-se fletir a IFP
- Se flexão: ausência de contratura dos intrínsecos
- Se não fletir, testar com flexão da MTC-F para procurar outras causas
- Pré-requisito: mobilidade da MTC-F e IFP

- Teste dos ligamentos retinaculares oblíquos
- Mesmo teste do Bunnel-Littler mas com uma articulação mais distal
- Articulação interfalangiana proximal em extensão e tenta-se fletir a IFD
- Grind test: (+) na rizartrose
- Compressão do polegar contra a carpo-metacárpica
- Faz-se também rotação durante a compressão
- Sinal de Froment: prender papel entre o polegar e o indicador
- Se lesão do ulnar e paralisia do adutor do polegar: doente flete a IF para segurar a folha
- Sinal de Egawa: testa interósseos e nervo ulnar
- Mão sobre a mesa com elevação, adução e abdução do 3º dedo
- Sinal de Wartenberg: abdução do 5º dedo na paralisia do ulnar
- Extensor do 5º abduz o dedo sem a resistência do interósseo palmar
- Teste para instabilidade do ligamento colateral ulnar do polegar
- Estabilização do MTC com estresse em valgo na MTC-F
- Se > 35º: lesão
- Sinal de Benediction:
- lesão do interósseo anterior  paralisia do flexor longo do polegar e flexor profundo do 2º e 3º
- pinça ocorre entre a polpa digital do 2º e do polegar
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