Traumatologia e Ortopedia
Discussão de casos, questões e dúvidas em tratamentos, com dicas de prova para o TEOT.

 
[KB] Lombalgia


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[KB] Lombalgia
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PostPosted: 22/6/2014, 16:47 Rate Post

Categoria: Coluna (7)
Tipo do Texto: Conceito básico

Nome do Texto: Lombalgia
Author: márcio
Detalhamento: .

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Re: [KB] Lombalgia
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SEGREDOS DA COLUNA


1. C seio carotídeo esta ao nível do processo transverso de C6, melhor ponto de referencia. O corpo de C6 fica ao nível do 1o anel cricoide.
2. B plexo venoso de BATSTON
3. C - Espondilolistese degenerativa: ooforectomia previa ocasionara osteoporose; degenerativa em l45, hemissacralizacao de l5 aumenta risco. Displasica (congenita) l45; istimica em homens brancos, l5s1, pico aos 7 anos. 1cong 2istimica 3deg 4 traum 5patol. (wiltse, Newman, mcnabi). Meyerding 1a5. ate 25% cons, ate 50% reduz atividade, maior que 50% cirurgico.
4. A – maioria recupera funções vesicais
5. D – aconselhável descompressão. Meta renal não responde a radio. Meta renal pode ser muito vascularizada. Antes de embolizar, achar artéria de Adam kiewikz.
6. D – dentro das primeiras 8 horas o bolus, de 30mg/kg, e 5,4mg/kg por hora por mais 23 horas. POUPANCA SACRAL: flexor longo do halux, sensibilidade e motricidade anal.
7. C – osteomielite de coluna começa no disco vertebral. 50% stafilo. Trat 6 semanas IV, coletes analgésicos. Cir se necessária bx (bx guiada por ct não foi bom), abcesso, falha trat cons, compressão medular, deformidade espinhal causada pela destruição vertebral (incomum)
8. E – motor de c8 aducao quinto
9. B – pior prognostico SD MEDULA POSTERIOR. Tabes dorsallis: lesão neurológica da sililis terciária, acometimento dos funículos posteriores.
10. C - SD medula central: e a mais freqüente. Pega mais mmss, pois esta área e maisl central na medula.
11. A – considerou fim do choque medular em 24 horas (na pratica), mas o Tarcisio fala que pode durar ate 72 horas. CHOQUE MEDULAR raízes S3 e S4.
12. B – Regra dos terços de STEEL.
13. Todos os índices a seguir são para impaccao c1-c2.. todos estes tipos de impaccao podem produzir déficits neurológicos. MC GREGOR: palato duro ate base ocipicio. Odontoide não deve passar 4mm. MC RAE: limites do forame MAGNO. Não pode chegar ate esta linha. INDICE RANAWAT: dist perpendicular da linha que conecta os arcos anterior e posterior de c1 ao ponto médio de c2. anormal se maior que 13mm. Não e de instabilidade, e da impaccao.
14. C – SINAL DE WADDELL achados clínicos achados em pacientes com dor não clinica. 1.sens não orgânica, testes de simulação, reação exagerada a estimulo não nocivo, reação exagerada a estimulo não nocivo, e comprometimento motor e regional não neuro-anatomico, testes de distração,
15. C –
16. C – luxação unilateral da faceta: flexão-distracao com lesão do supraespinhoso, interespinhoso, amarelo e cápsula da faceta. Alta incidência de radiculopatia ipsilatera.
17. A – risco de recorrência e dor são menores com o tratamento cirúrgico. Sempre afastar hérnias discais com RNM antes da redução
18. D – acesso a coluna anterior: maioria das extr são afastados lateralmente, exceto músculos da face. Da pra ver de c3 a t1
19. D - hérnia cervical central pode causar tudo menos o da mandíbula, que e central. Oppenheim: golpe sobre crista da tíbia fica que nem babinski. Reflexo mandibular hiperativo: tem lesão acima do forame magno. Protrusao da mandubula em resposta a um golpe no queixo. Hoffman: flexão fd polegar segundo dedo em resposta ao balanço da unha do dedo médio. Reflexo radial invertido: estimulo de estiloradial causa flexão do dedo.
20. CLASS LEVINE E EDWARDDS 1. sem desvio (mais comum). 2. mais de 3mm c2-c3, 2a :tem ainda uma angulação maior que a 2 e uma translação menor. 3. grande translação anterior, com luxação facetaria uni ou bilateral (mais característico bilateral). TRAT: 1.filadélfia; 2.tração ext varias sem e depois halo, 2a : halo direto. 3. red aberta e artrodese post. Deve-se evitar tração em 2a, pois se não piora.
21. B – RNM e melhor
22. B – sentar sem apoio e quando ocorre maiores pressões discais. Deitado dec dorsal e onde tem menor pressão.
23. E – teste de despertar de STAGNARA e o método mais confiável que existe. PESS pode apresenar falsos resultados, por alt no aparelho, temperatura e outros. Após retirada de instrumentação, valores voltam ao normal em 15 a 20 min.
24. D – tipo mais comum de postero-lateral e a intra-vertebral. A que mais causa sintomas mielopaticos, de vários tipos e a postero-central.
25. D – dorso plano: correção cirúrgica desafiadora. instrumentação de Harrington e instrumental de distração e a causa mais freqüente, princ se pega abaixo de L3.
26. E – proporção de PAVLOV (do canal vertebral) normal =1 se menor que 0,8, tem muita chance de desenvolver mielopatias. Qual o valor absoluto normal? Compara-se com alguma tabela?
27. A – controverso. Dissectomia sem fusão da muita dor depois. Posteriormente e mais difícil tirar o disco, mas pode fazer se lordose cervical normal.
28. C – laminectomia cervical extensa pode dar deformidade, principalmente se tirar mais que 50% da faceta, ai tem que instrumentar também.
29. B – 15 a 20% das fx toraco-lombares tem déficit neurológico. Na cervical 40%. Maioria mas, cerca de 20a. depois de 50 a e raro.
30. B – lesão simpática pode provocar ejaculação retrograda
31. E – núcleo pulposo e aneural
32. B – espondilolistese degen: descompressão sem artrodese. Se for fazer uma segunda laminectomia, tem que fazer artrodese junto.
33. A – dor concordante e escape para o anulo e necessário
34. B – aracnoidite: maioria causada por pos injeção de contraste e operações. Típico intervalo de 4-6 meses sem dor. Trat cir não e bom, infiltrações dão alivio sintomático.




Dicas para coluna

Claudicação neurogenica intermitente: principal síndrome da estenose do canal medular. Pode também ocorrer ereção no inicio da marcha e impotência.


C3-C4: fratura dos processos espinhosos (fx do cavador de barro de Clay: CVI, VII, TI), C7 e a mais comum.

TRAT FX COLUNA CERVICAL
Tipo 2 do dente do axix piora com tração, fazer RAFI
C1 e C2: se estável: colar ou halo; se instável: halo por 3m e/ou fusão
De CIII-CVII: estável: colar ou halo; instável: fusão
Processos espinhosos: fusão

CHOQUE NEUROGENICO
Lesão cervical ou torácica alta, lesão das fibras nervosas para o coração, não tem taquicardia; se houver fx lux toracolombar, com transseccao medular (sem reflexos distais ao nível da lesão), pode lesar inerv simpática distal e não ter vasodilat? Distal.

Em indivíduos que não deambula, como PC, nunca foi descrito ocorrência de espondilololise e espondilolistese. Shewereman da pois ocorre uma hiperlordose lombar.

Após trauma futebol, fica com queimação e paralisia de mmss, que dura 36 horas.


LESAO DOS NEURONIOS MOTORES
INF
Fraqueza e hiporrefles

SUP
Hiperreflex e reflexos patológicos


REFLEXOS
Plantar (sinal de babinsiki): patologico, indica compr n mot sup.
Clonus: dorsoflexao do tornozelo súbita, provoca mobilidade involuntaria rítmica alternando flex plantar e dorsoflex. Ate 2 cadencias de clonus pode ser normal, como compressão da melula espinhal proximal.
Estenose cervical: alt n mot inf ao nível e sup distal a isso.
Mm abdominais: compr medula espinhal torácica: cutâneo-abdominal. Toque suave no abdome, radialmente, com inicio no umbigo para 3,4,10horas. Isso provoca comtracao involuntária da musc abdominal, movimenta umbido em direção ao lado estimulado. Se resposta anormal indica compr medular toracida do lado do reflexo diminuido


Maior causa de recorrência de herias discais são por fibrose

Recidiva de dor coluna
Dias –semanas, intenso: discite
Progressivo em meses: aracnoidite
Recidiva tardia de ciática: recidiva da hérnia ou firose
Não melhorou nada: iatro


CRITERIO DE WHITE E PANJABI

DEZ CRITERIOS
MAIOR QUE CINCO = INSTAVEL

2 = extr anteriores lesadas
2 = extr posteriores
2 = translação sagital maior que 3,5mm
2 = rotação sagital maior que 11o (angulação)
2 = teste do alongamento sob tração (aumenta dist entre vertebras mais que 1,7mm, ou aumentar 7 a 11 graus)
2 = lesão medular

1 = lesão radicular
1 = espaço discal anormal
1 = estenose congênita
1 = riscos na utilização diaria

se tiver mais de 5 pontos e instável


CAO SCHNAUZER
Focinho = proc transv
Olho = pedículo
Orelha = proc articular superior
Tronco = lamina e processo espinhoso
Pescoço = istimo (entre lamina e proc transverso
Perna dianteira = proc art inf
Perna traseira = proc art inf oposto


MANOBRAS PARA SD DO DESFILADEIRO
TESTE DE ADSON – paciente sentado ou em pe, ombro abduzido 30o e estendido ao Maximo, examinador palpa puuso e paciente vira cabeca emdirecao ao ombro slesado, melhor se paciente inspirar reter respiracao.
MANOBRA DE WRIGHT – abduz ombro e flete cotovelo 90
TESTE DE ROOS – abduz ombro 90 , flete cotovelo 90 e abre e fecha mão 15x. paciente fala se sente sensação diferente. Se insensibilidade, cãibra ou fraqueza ou não conseguir terminar e positivo.
TESTE DE HALSTED – so flexiona cotovelo 90o e pede para paciente virar cabeça para lado oposto e estenda o pescoço, com examinador tracionando braço para baixo. Positivo vai parar o pulso, ou audição de ruído.
TESTE DE HIPERABDUCAO – por trás, os dois braços.



FRATURA DO ENFORCADO
arco vertebral do axis
entre faces articulares superior e inferior
se istimo classificação de Levine

ATAXIA: PERDA DA COORDENACAO.

COLETE DE TLSO (BOSTON)
Pode ser usado para escolioses com ápice ate T9 superiormente EPM. Alguns lugares propõe o uso para T7 E T8


Índice de TORG para estenose CERVICAL: diâmetro do canal/diâmetro vértebra, medida no rx de perfil. CANAL/CORPO. Estenose quando menor que 8.
Não quer dizer que terá sintomas neurológicos ou maior chance de lesão medular definitiva.
Não e bom para ser usado como rastreamento, so e feito em quem teve neuropraxia transitória, que pode durar ate 35 horas. Pacientes com lesão permanente geralmente tiveram neuropraxia transitória na historia. Se torg<0,8 mas coluna estável, isso não deve impedir pratica de esportes de contato.
Bom para:
Esportes de risco
Estenose congênita e degererativa.

Na prevenção de TVP em cirurgias de coluna, o melhor são os métodos mecânicos, pois há maior risco de sangramento em métodos anticoagulantes e antibromboticos.

Espondilolistese em ginasta juvenil, grau 1 sem alt neuro, com dor: exercícios e colete e o melhor tratamento.
Cirurgia de GILL: retira parte posterior do arco, posterior a lise, o que melhora a dor, porem instabiliza ainda mais, logo não deve ser feito.

Chance: estável, sem lesão neurológica, porem esta pode ocorrer se houver deslocamento. Causada por lesão em distração da coluna posterior e media.


CLASS DA AO
A=COMPRESSAO
B=DISTRACAO
C=TORQUE AXIAL

Lesões por cizalhamento translacional, geralmente ocorre falha das três colunas
Lesão por esmagamento, por definição e instável e pega coluna anterior e media.

Espondilolsitese congênita: problema geralmente na faceta post de S1.
Lesões traumáticas que não no pars podem causar espondilolisteses istimicas.

Abordagem anterior da coluna tem que ter ligamentos posteriores íntegros. Se acha que não da para fazer isso, faz abordagem posterior para estabilização. A ligamentotaxia não deve ser feita após 10 dias do trauma, pois já existe calo ósseo no local.

Capacidade volume circular da espinha diminui em ext.

Na estenose do canal vertebral, o sintoma mais freqüente e fraqueza ext halux, e o déficit de sensibilidade superficial e pouco comum.

ESTENOSE CANAL MEDULAR LOMBAR
Associada a inst coluna
Alt marcha
Dim sensib e forca
Raízes sacrais estão mais protegidas pois saem maiscentralmente, mas se positivo paciente so consegue urinar sentado. Causa mais comum e degenerativa.
Melhora a dor com flexão do tronco. Ex neuro pode ser normal, mais em idoso, dor progressiva. Claudicacso neurológica. Alivia sentando ou deitando. Compromete L3-L4 e L4-L5. com progr, não melhora com repouso e pode ocorrer deficiência de esfíncter.

Imob paciente com fx coluna cervical em potencial no hospital:

Colar filadélfia imobiliza cerca de 30%. Se dentro da água, primeiro deixa boiando, depois coloca prancha dentro da água. Crianças tem que ter suporte torácico (cabeça grande).

Osteoblastoma na coluna ocorre tipicamente nos pedículos, 50% tem neurológico, 2/3 tem dor. RT não e efetiva.

Na espondilolistese L5-S1, o déficit neurológico de L5 pode ocorrer, principalmente nos últimos 50% da redução. O potencial reportado de melhora e discutível

Ângulo de deslizamento da espondilolistese: perpendicular a borda posterior do sacro e outra linha paralela a placa inferior de L5.

Não existe associação de hérnias discais e não e associada com uso recreativo de equipamentos de levantamento de peso.

Na fixação C1-C2, tec do parafuso transarticular com cerclagem de magrel e o melhor tipo. So cerclagem não e bom.

Descompressão na estenose do canal lombar so e indicada em casos de dor se houver dor e irradiação importante no mi, não para lombalgias.

Fx Jefferson: tração inicial e depois halo por 3 meses. Não tem déficit neuro, separação do arco anterior maior que 7mm, distancia lateralmente a c2 ate a parte lateral de c1(método de Spencer = soma). Ate 50% pacientes com essa fratura tem outras fraturas.
Last edited by marcio on 29/7/2015, 10:39; edited 4 times in total
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