Traumatologia e Ortopedia

tumor 0001

Author:  Dublê [ 26/5/2012, 20:28 ]
Post subject:  tumor 0001

    Um homem de 24 anos de idade queixa-se de dores no lado direito do pescoço com 3 meses de evolução. Seu desconforto piora à noite. Ele não apresenta sinais ou déficits neurológicos. Apesar de o uso de aspirina eliminar efetivamente sua dor, ele desenvolveu uma gastrite. Uma radiografia lateral simples e uma imagem de cintilografia ósssea são apresentadas na figura abaixo.


Spoiler:
c)


A história clínica da dor noturna é típica desta lesão. O alívio com dorgas antiinflamatórias não esteroidais é outro marco. O pico de incidência desta lesão é entre a segunda e terceira década de vida. Os homens são afetados aproximadamente duas vezes mais do que as mulheres. Este osteoma osteóide em particular é obscuro nas radiografias simples mas não é sutil nas cintilografias ósseas. Além disso, a radiografia revela um nidus bem demarcado. O nidus no osteoma osteóide é uma região arredondada ou oval que é composta de uma rica rede capilar com quantidades variáveis de produção central de osso trançado. O nidus geralmente possui menos de 1 cm de diâmetro mas pode atingir até 2 cm. O nidus propriamente dito é o osteoma osteóide. Radiologicamente, pode haver quantidades variáveis de osso esclerótico reativo circundante. O nidus é radioluscente com uma radiodensidade central. O tamanho da radiodensidade central depende da quantidade de atividade blástica no nidus em particular (este caso revela uma abundante atividade blástica). O fêmur e a tíbia são as duas localizações mais comuns para o osteoma osteóide. Quando uma lesão ocorre na coluna, ela sempre se localiza no arco neural, na vizinhança dos pedículos. Os osteoblastomas são lesões de aparência similar que possuem uma predileção pelos elementos posteriores da coluna. Entretando os osteoblastomas normalmente têm mais de 2 cm.

A aparência radiológica permeativa que tipifica o sarcoma osteogênico está distintamente ausente no osteoma osteóide. A coluna é a localização mais comum das metástases esqueléticas. Entretanto, as metástases esqueléticas raramente contaminam os elementos posteriores e são raras neste grupo etário.


 

A página foi atualizada para www.TraumatologiaeOrtopedia.com.br => plataforma mais moderna, com mais interação. Todos os artigos e arquivos foram renovados. Os usuários agora podem:
- Atualizar os artigos;
- Promover seus consultórios;
- Criar grupos privados para sua residência ou liga de medicina;
- Treinar com questões e avaliar sua performance;
- E muito mais, confira, participe e contribua.
Espero que continuem curtindo, do autor: Ortopedista Especialista em Joelho Dr. Márcio Silveira

 

Mapa do Site    FAQ    Crie um site como este

Copyright © 2012 - 2020 TraumatologiaeOrtopedia.com | Desenvolvido em phpBB

: