Traumatologia e Ortopedia

[KB] Instabilidade patelo-femoral

Author:  marcio [ 7/2/2014, 20:16 ]
Post subject:  [KB] Instabilidade patelo-femoral

Categoria: Joelho (4)
Article Type: Desvios rotacionais e marcha

Article Name: Instabilidade patelo-femoral
Autor: silva
Description: Luxação de patela, displasia da tróclea

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Author:  silva [ 7/2/2014, 20:20 ]
Post subject:  Re: [KB] Instabilidade patelo-femoral

Resumo para prova oral

Fatores a serem avaliados: estabilizadores dinâmicos e estáticos
Dinâmico: m. Vasto medial obliquo(50-55º) é o principal, fortalecer quadriceps
Estáticos: forma da patela e da tróclea, altura patelar, tensão da capsula medial e do lig femoropatelar medial
EF: ângulo “Q”= espinha iliaca antero sup ate centro patela e centro da patela ate a TAT
H = 8-10º; M = 15º; fatores que mudam este valor: valgo do joelho, torção tibial lateral, lateralização da TAT, tensão do
retinaculo lateral ; de modo dinâmico a RI do fêmur com a tibia fixa –mudança de direção
Historia é fundamental para diag= refere falseio do joelho, lux recidivantes, dor anterior
difusa e que piora a subir e descer rampas e escadas, perguntar sobre 1º epsodio
EF: marcha,geno valgo e recuravato atrofia do quadriceps, teste Rabot e Zolhen, apreensão,
deslizamento patelar, inclinação patelar, excursão patelar dinâmica = sinal do “J” invertido, dor a palpação da faceta
medial da patela, sinais de frouxidão ligamentar. Lesões associadas a lux recidivante: 16%# osteocondral
13,5% lesão Menisco lat e 12,8% lesão do Menisco medial
RX: o diag de luxação ou ublux patalar é clínico!!!! AP, P com 30º flexão (sinal duplo contorno = displaisa troclear,linha Blumensat tangente ao polo inferior da patela, medir altura patelar pelo metodo de Insall-Salvati-0,8-1,2, Blackburne-Peel – 0,54-1,06, e Caton Deschamp -0,8-1,2), Axial (merchant – joelho a 45º - e Laurin – joelho a 20º de flexão; ângulo do sulco e de congruência
CT: TAGT  deve ser ≤20mm se não deve-se medializar a TAT; inclinação patelar deve ser ≤20º se não há falha do lig femoro patelar medial; fazer cortes com 15,30, e 45º serve para avaliar dinâmica
RNM: única que pode demonstrar sublux medial fazendo cortes com varios graus de flexão
TTO: lux aguda= reduz e imoiliza por 3 sem e depois FST e retornar atividades apos 3m; Sublux recivante e desalinhamento patelar tem bom resultado tto cons =fortalecer quadriceps
tto cir: lux aguda com # osteocondral ou corpo livre ou irredutivel; nas lux recidivantes e desalinhamento femoro patelar ind apos falha tto cons= lib retinaculo lat e reconstrução Lig femorpatelas medial, avanço do m. VMO – Insall ou Madigan - ,realinhamento da TAT( tecnica Elmslie-Trillat, na criança fazer Roux Goldthwait(é a melhor) ou Galeazzi, Fulkerson e Cox modificaram Emslie elevando a TAT para casos com osteomalacea). OBS: antes de iniciar a cir fazer exame artroscopico do tracking da patela através do portal supero lateral para fazer avaliação dos achados intraarticulares; último recurso = patalectomia pq perde muito a força do mecanismo extensor




Luxação aguda da patela em crianças

- Anormalidade articular em 2/3:
- Hipermobilidade
- Displasia do 1/3 distal do vasto medial oblíquo - Patela alta
- Subluxação do joelho
- 1º episódio: entre 12-18 anos, geralmente unilateral e lateral
- Mecanismo: torção do joelho em flexão

- Quadro clínico
- Geralmente reduzido à avaliação
- Dor na borda medial - Hipermobilidade lateral

- Redução
- Mais fácil com quadril em extensão  relaxar isquiotibiais
- Estensão progressiva do joelho até redução

- Tratamento sem complicações
- Tala por 2 semanas
- Exercícios isométricos de quadríceps
- Fisioterapia quando ADM passiva até 60º e sem derrame
- Derrame persistente, edema ou dor: pensar em lesão osteocondral  RNM ou artroscopia

- Complicações
- Fratura osteocondral: luxação de patela é a causa mais comum
- Associado a gotículas de gordua à aspiração da hemartrose
- Ocorre no côndilo lateral do fêmur e na face posteromedial da patela

Author:  marcio [ 3/8/2015, 22:15 ]
Post subject:  Re: [KB] Instabilidade patelo-femoral

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Historicamente, procedimento para tratamento da instabilidade lateral da patela incluía avanços do vasto medial oblíquo (VMO), transferência não anatômica dos tendões ou procedimentos ósseos como trocleoplastia.
As técnicas atuais para correção da instabilidade patelar lateral têm focado na importância do ligamento patelofemoral medial (MPFL) na estabilização da patela. Os estabilizadores primários passivos para a luxação lateral da patela são o ligamento patelofemoral medial e a tróclea femoral. A tróclea é o estabilizador patelar mais importante em joelhos normais além de 20 graus de flexão. Se a patela está deslocando lateralmente, os estabilizadores mediais devem estar anormalmente frouxos ou deficientes. Já foi demonstrado que o MPFL é o limitador primário da luxação lateral da patela, sendo que o mesmo funciona principalmente nos primeiros 30 graus de flexão do joelho (antes do acoplamento patelar na tróclea) e se torna frouxo em graus maiores de flexão. Além disso, se o sulco troclear é deficiente (displásico), o LPFM se torna o principal estabilizador da patela mesmo em graus maiores de flexão do joelho.


 

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