Traumatologia e Ortopedia

[KB] Fratura supracondiliana de úmero

Autor:  marcio [ 2/3/2014, 14:31 ]
Post subject:  [KB] Fratura supracondiliana de úmero

Categoria: Pediátrica (6)
Article Type: Trauma

Article Name: Fratura supracondiliana de úmero
Autor: márcio
Description: Porção distal do braço

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Autor:  marcio [ 2/3/2014, 15:08 ]
Post subject:  Re: [KB] Fratura supracondiliana de úmero

Resumo para prova oral


Típicas da idade escolar, 75% das fraturas do cotovelo em crianças, 70% das vezes causadas por QPA, Pico precoce: ao redor dos 5 - 8 anos de idade, + freqüente em meninos 3:2, Mais comum durante o verão, Lado esq. é + acometido (não dominante), Pode haver fratura do punho, úmero proximal, entre outras lesões associadas
Irrigação:Rede anastomótica que forma um suprimento extra-ósseo e intra-ósseo. A superfície de articulação do capítulo com a tróclea projeta-se distalmente e anteriormente num ângulo de aproximadamente 30-45º. Há uma rotação horizontal dos côndilos umerais em relação à diáfise, com o côndilo lateral rodado 5º medialmente. O cotovelo é responsável por cerca de 20% do crescimento longitudinal do MS. Na idade de acometimento mais comum, o osso em remodelação causa um decrescimento no diâmetro AP da região supracondiliana, fazendo desta área um região susceptível à lesão
Classificação Gartland: Tipo I: s/ desvio ou c/ desvio mínimo; Tipo II: com desvio mas ainda com contato em entre os fragmentos (divididas entre impactadas em varo ou valgo); Tipo III: com desvio e s/ contato entre os fragmentos (divididas entre desvio póstero medial e póstero lateral)
RX: Deve conter ao menos a incidência em AP e P do cotovelo; Especiais: Jones e oblíquas; Contralateral. No AP: Ângulo de Baumann: linha fisária do côndilo lateral em relação ao eixo do úmero. Normal é de 15-20º e semelhante ao lado oposto; Ângulo de carregamento: Linha médio-diafisária do úmero em relação à linha médio diafisária da ulna. Discretamente aumentada em meninas; Ângulo metafisio-diafisário:Formada pela intersecção do eixo longo do úmero com uma linha que liga os dois pontos mais largos da metáfise; No Perfil: Linha umeral anterior; Linha médiodiafisária do rádio; Linha do coronóide
Tratamento: Tipo I: conservador com tala ou gesso 3 semanas. Tipo II: Conservador ou cirúrgico, dependendo da estabilidade. Tipo 3 cirúrgico
FK cruzado é o biomecanicamente mais estável
Lesão do radial no desvio póstero-medial, lesão do mediano no desvio póstero lateral e lesão do ulnar em flexão e iatrogênica
Complicações: Síndrome de compartimento, lesão vascular, lesão neurológica, cúbito varo (mais comum), cúbito valgo







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Autor:  rogerio [ 8/9/2015, 10:04 ]
Post subject:  Re: [KB] Fratura supracondiliana de úmero

Quote:
Determinação da eficiência da redução

- pode ser avaliada por meios clínicos:
- após redução: flexão quase completa do cotovelo

- Avaliação radiológica comparativa: diferencia > 5o  redução inadequada
Indicação cirúrgica
- incapacidade de redução fechada
- instabilidade: a fratura tipo III é intrinsecamente instável
- gesso precisa ser hiperfletido e o edema de partes moles pode impedir a imobilização
- alta incidência de complicações em doentes tratados unicamente com gesso


Fratura intercondiliana em T em crianças

- Linha de fratura: origem na fossa central da tróclea e cruza proximalmente para a fossa do olécrano e do coronóide onde se divide e separa das colunas medial e lateral do úmero distal
- Raro em crianças
- Mecanismo de trauma: fulcro do olécrano e processo coronóide na tróclea

- Classificação para crianças
- Tipo I: desvio mínimo
- Tipo II: desviadas sem cominuição do fragmento metafisário
- Tipo III: desviadas com cominuição dos fragmentos metafisários
- OBS: nos adolescentes são classificadas como nos adultos

- Tratamento: cirúrgico  restauração da congruência articular


 

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